quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Dia dos Papis



Então o Papis começou a trabalhar. E não é que na 1ª semana tivemos que levar a carteira dele lá do outro lado da cidade porque ele esqueceu? Tudo bem que o outro lado da cidade não é tão longe assim.... rs
Mas toda vez que a gente vai sair ele volta 20 vezes para pegar alguma coisa que esqueceu. SEUS PROBLEMAS ACABARAM! PAPIS ORGANIZATOR TABAJARA!
Na verdade eu vi mais ou menos isso no Arrumadíssimo e guardei na minha cabeça, nem sei se era assim mesmo. Aí contei para a filha, como está difícil guardar segredo..... Esperamos ele sair com o cachorro para pegar a carteira, celular, etc e fotografar e, como ele NUNCA abre e-mail, orkut, nada disso, resolvi publicar antes do dia dos pais.
E aprendi mais uma coisa: é MUITO difícil usar a tal da manta acrílica. Ficou cheio de emendas, linhas arrebentadas (minha máquina também não estava lá aquelas coisas), pobre Papis. Mas eu não desisto, vou continuar treinando, hehehe

domingo, 2 de agosto de 2009

2 ou 3 fiadas, que diferença isso faz agora?

Esta semana, perdemos alguém querido lá da vida passada. Fiquei triste, eu gostava dele. Era uma pessoa idealista, embora eu nunca tenha encontrado muita coerência em seus ideais. Esta perda me fez ter mais certeza que eu tomei a melhor decisão de todas deixando tudo para trás.
Este amigo não tinha fim de semana. Eu me lembro muito bem quando ele queria que entregássemos um projeto antes de um feriado prolongado para que ele pudesse verificar no feriado. Mas ele me parecia muito correto naquilo que fazia e, o tempo todo, buscava a perfeição. Eu considero esta busca muito justa, quando ela realmente vale a pena. Eu busco a perfeição no que faço e me espelhava um pouco nele, sim! Só não fazia sentido para mim, os motivos que o levavam a esta busca. E eu procurei estes motivos por muitos anos, até desistir e deixar aquela vida para trás.
O último trabalho que eu fiz para ele foi já nesta vida e, entre outras besteiras, eu deveria alterar as posições das telas de cada 2 fiadas para cada 3 fiadas. Quem lê este blog pode não entender nada disso, mas realmente não faz sentido, não há motivo, não importa. Não faz diferença nenhuma agora, ele não vai ver a posição das telas e nem saber se deu certo. A propósito, ele teve um ataque cardíaco.
Talvez o jeito seja simplesmente não levar a vida tão a sério como eu levo e como ele levava e aceitar as revisões de projeto como uma brincadeira. Não é o meu jeito, por isso eu estou escolhendo um trabalho mais divertido, já que eu vou me envolver e levar a sério.
E as outras pessoas queridas que ficaram lá? Talvez elas saibam brincar com o sério e que sobrevivam a isso ou encontrem o que é realmente importante para elas... Não queria perder mais ninguém por isso, principalmente ninguém muito mais querido....

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Bolsas amigas

Gente, esse blog anda muito bem frequentado, não? Outro dia passou por aqui a Edna Fadinha, agora a Yvone do Casas Possíveis! Eu estou muito chique mesmo! Ela escreveu um post incrível e me deu uma boa energia para terminar projetos parados e dar gás para outros que estavam andando muito devagar.

Antes de mostrar a produção, preciso dar uma explicação. Eu já mudei de cidades algumas vezes na minha vida e tenho propriedade para dizer: o mais difícil é deixar os amigos para trás. Sempre tem alguns que ficam para sempre, tenho amigos de vidas muito muito passadas que posso ficar por horas no messenger sem ver o tempo passar. Até uma amiga de uma vida dessas que encontrei aqui na nova vida e, na hora que a gente se encontrou, parecia que tínhamos nos encontrado ontem e continuamos o papo.
Mas tem algumas que acabam ficando para trás mesmo. Não tem jeito, a vida toma diferentes rumos e não tem mais nada a ver.
Sem tentar adivinhar o que vai acontecer desta vez, resolvi homenagear pessoas queridas que deram cores à minha vida passada. Cores que estou tentado reproduzir agora nas minhas brincadeiras com tecidos.
As homenagens começaram com a bolsa Madalena, aquela, primeira e única que mostrei aqui. O modelo eu tirei da bolsa de quem? Da Madalena.



Então eu treinei bastante, fiz 5 Madalenas, estou fazendo a 6ª (encomenda, ai que máximo). Mas eu não quero encher o mundo de Madalenas e quero inventar meus próprios modelos, até porque esta é a parte mais legal. Então apresento a vocês, a novidade quentinha saindo do forno (ou da máquina de costura), a bolsa Juliana:





Foi um estica aqui e encolhe ali da Madalena, eu sei, mas eu estava precisando de uma bolsa menor e uma ideia para o tecido de bolinhas que eu amei. Ainda precisa melhorar o molde, vou fazer um pouquinho mais funda por causa do fecho, mas eu adorei o nozinho da alça!

E eu gostei tanto destas bolinhas vermelhas, que não aguentei, fiz a necessaire Mariane:





Até com coraçãozinho no ziper! Ah, o modelo eu tirei da necessaire que a Mariane me deu quando eu vim embora. :)

terça-feira, 7 de julho de 2009

Produção da hortinha

Outra coisa que eu queria muito fazer aqui era uma horta. Ela começou muito bonitinha nas floreiras e vasos, já que a casa é alugada e não tem nem um metrinho quadrado de terra para plantar. :(



Parece promissora, não? Mas não foi pra frente... Nem o espinafre. Disse o meu tio que espinafre não precisa plantar, é só bater um vento que ele aparece e vira praga. Não na minha horta. Mas eu não desisti. Depois de 6 meses regando, cuidando, plantando e arrancando, conseguimos colher nossos primeiros tomatinhos!





Depois disso, a salsinha brotou, acho que um novo astral chegou. Com certeza chegou! O que mais esperávamos aconteceu, que foi a chegada do trabalho do marido. Podemos continuar plantando, regando que temos muito o que colher.

Ah, e a tesoura está afiada, os tecidos estão prontos e tem coisas de liv's vindo por aí....

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Fins de semana

Esse blog tem o objetivo de contar minha trajetória na nova vida que estou levando. Depois de deixar a loucura da cidade grande, estou recomeçando e me redescobrindo num lugar mais tranquilo.
Na vida passada, meus fins de semana eram tomados pelas atividades domésticas (o sacolão que virou piada) e pelo cansaço. A pobre da pequena ficava deitada no sofá vendo TV o fim de semana inteiro. Quando conseguíamos passar 1 hora no parque com ela era muito.
Quando chegamos aqui, os fins de semana eram tristes, eu me sentia muito sozinha, principalmente quando chovia. O domingo dos Titãs começa sábado meio dia (tudo está fechado, tudo está fechado...). Mas isso já passou. Já reencontramos amigos do marido (de uma outra vida dele também) e tivemos um fim de semana muito interessante!
No sábado, realizamos um antigo sonho da pequena, ir ao circo. Fomos até a cidade do vovô e da vovó para vermos o circo. Ela ficou eufórica, abraçava e beijava o tempo todo antes do programa, depois, demorou 2 horas para dormir de felicidade (haja paciência!).
Mas o mais interessante foi domingo. Fomos à chácara de uns amigos comer macarrão. Não, não é só um macarrão. Quando chegamos, o molho já estava quase pronto, quando os homens cercaram uma mesa e começaram: farinha, ovos, amassa, amassa.... Eles fizeram a massa do macarrão! Claro que o marido não ia perder essa e lá foi ele se divertir também. As mulheres ficaram só batendo papo enquanto a massa saía. Quando começou a ficar pronta, a tia velhinha começou a cozinhar e as crianças comeram.
Quando chegou a nossa vez foi um horror! Tinha tanto, tanto macarrão, mas acabou tudo! Claro que todo mundo comeu demais.
Fui com a amiga visitar a vizinha que tem uma horta de hidropônicos e ainda saí de lá com 2 pés de alface fresquinho de presente. Sem falar no limão, laranja, abacate, que o tio velhinho vai colher e ninguém sai se não levar umas frutinhas....
Nunca passei um domingo mais alegre e animado. Nunca comi tão bem (e tanto, hehehe). Um programa bobinho que não aconteceria lá, na vida passada... E aproveitei tanto que nem tirei foto. Vai ficar na imaginação de quem ler... e na vontade!

terça-feira, 16 de junho de 2009

Mais produção



O feriado foi produtivo. Finalmente terminei os projetos parados de capas de almofadas. Olha que lindo ficou meu sofá! E dessa vez o zíper foi bem colocado, trabalho de primeira! Eu chego lá....



É claro que este cenário durou somente algumas horas, até a pequena acordar e montar seu circo na sala. :)

Festa Junina



Eu não poderia deixar o mês de junho passar em branco, não no meu primeiro ano caipira. Corri muito na sexta-feira emenda de feriado para dar tempo de ir na minha 1ª festa junina no interior. Mas cheguei já estava acabando..... Mas não fiquei triste. Sábado teve festa junina na chácara com a família e foi demais. Bandeirinhas, fogueira e muita, muita comida! Cada um levou uma coisa. Eu, ainda pessoa da cidade, levei as bandeirinhas, paçoquinha e pé de moleque, tudo comprado. Mas as tias, ah, as tias... levaram arroz doce... canjica... bolo de fubá... tinha quentão e vinho quente.
O frio estava cruel, mas a fogueira, enorme, e todos ficávamos em volta dela.
Nunca vi um encontro de família tão animado e tranquilo. Chegou uma hora que não dava mais. Não dava mais para dar risada muito menos para chegar perto da mesa (e que mesa) de comidas. Eu ia explodir. Se comesse mais um pinhão eu ia explodir.



A festa junina foi o ponto alto do feriadão. Mas na quinta-feira fizemos outro passeio que só acontece no interior. Saímos pelo bairro, caminhando e a filhota de bicicleta, quando paramos para tomar chuva.


Chuva de flores do ipê.

Estatísticas