Eu não poderia deixar o mês de junho passar em branco, não no meu primeiro ano caipira. Corri muito na sexta-feira emenda de feriado para dar tempo de ir na minha 1ª festa junina no interior. Mas cheguei já estava acabando..... Mas não fiquei triste. Sábado teve festa junina na chácara com a família e foi demais. Bandeirinhas, fogueira e muita, muita comida! Cada um levou uma coisa. Eu, ainda pessoa da cidade, levei as bandeirinhas, paçoquinha e pé de moleque, tudo comprado. Mas as tias, ah, as tias... levaram arroz doce... canjica... bolo de fubá... tinha quentão e vinho quente.
O frio estava cruel, mas a fogueira, enorme, e todos ficávamos em volta dela.
Nunca vi um encontro de família tão animado e tranquilo. Chegou uma hora que não dava mais. Não dava mais para dar risada muito menos para chegar perto da mesa (e que mesa) de comidas. Eu ia explodir. Se comesse mais um pinhão eu ia explodir.
A festa junina foi o ponto alto do feriadão. Mas na quinta-feira fizemos outro passeio que só acontece no interior. Saímos pelo bairro, caminhando e a filhota de bicicleta, quando paramos para tomar chuva.
Chuva de flores do ipê.