sexta-feira, 30 de abril de 2010
Sol em conjunção com sol natal
Por enquanto, além da energia de aceleração para montar o projeto, uma outra tem que frear, frear a ansiedade e manter as obrigações do dia a dia.... nada fácil se concentrar no trabalho, afazeres domésticos... aos poucos vai saindo...
Esse novo ciclo promete ser cheio de novidades... mudei minha vida há pouco mais de 1 ano e já vou eu inventando de novo... talvez ainda faça parte da primeira mudança, que ainda não se completou.
E eu não podia deixar de passar por aqui hoje, dia de aniversário tem sempre pequenas surpresas especiais...
Marido colou um cartaz na geladeira, mas eu vi ontem, ai que chata.... mas adorei mesmo assim. Também me deu uma caixa de costura nova, a minha não cabia mais tudo que eu tinha para colocar dentro dela. Mas a caixa nova está na madeira, falta dar uma forrada ou pintada nela, diversão à parte, mas fica para um dia desses... por enquanto está tudo parado....
Sem falar na ligação da avó e da amiga que eu estou com saudades e prometeu almoçar comigo hoje sem falta.
Feliz ano novo pessoal para mim!
sábado, 17 de abril de 2010
Que mané Amélia!
Resolvi me juntar ao coro da Helena. Esses dias alguém me perguntou: profissão? Acho que respondi arquiteta, mas fiquei em crise de identidade.
Quando eu disse arquiteta, a pessoa levantou os olhos e me olhou com cara de “Noooooossa! Que chique!” E deve pensar que sou master descolada e ganho milhões (porque aqui na nova cidade dizem que arquiteto ganha bem, até porque ninguém quer ser arquiteto porque é um meio incerto, mas para mim tudo bem porque eu tenho marido…. ?!?!). Não gosto desse título e isso não define a minha pessoa.
Ai eu pensei: o que eu devo responder? Se eu disser “dona de casa” ou se eu disser que trabalho em casa, injustamente e absurdamente, vai parecer que eu não faço nada e só assisto vale a pena ver de novo. Embora eu trabalhe em mais alguma coisa que não seja cuidar da minha casa e da minha filha e fazer comida para a família, eu sei o quanto esse trabalho é pesado e o quanto eu faço ele meia boca já que somos eu e marido e ninguém mais para ajudar (porque, mesmo sendo arquiteta, eu não ganho milhões e, no momento, não estou podendo contratar ninguém). Eu dou um tapa na casa, compro comida pronta e a filha passa o dia inteiro na escola. Se eu tivesse que ficar por conta disso, não ia sobrar Livia para contar história. Por isso acho absurdo dizer que dona de casa não faz nada e só assiste vale a pena ver de novo, mas confesso que não escolheria esta resposta para a pergunda da mocinha.
E se eu dissesse artesã? Ah, aí ia complicar. Será que eu seria hippie? Ou uma coitadinha lá do sertão que sabe usar recursos naturais transformar em arte, vamos comprar para ajudar…. Ou será que eu faço pano de pratos (nada contra pano de prato, mas parece que artesanato virou sinônimo de pano de prato). Claro que se eu falasse sobre craft aí que ninguém ia entender nada mesmo. E vem a amiga da Helena, a Helena dos quilts lindos e eternos!!!!, falando sobre o lado “Amélia” dela. Socorro!
É engraçado como aquilo que fazemos em horário comercial tende a nos definir como pessoa, às vezes parece que somos nosso trabalho e se esquecem do ser humano por trás dele. Às vezes nós mesmos esquecemos…..
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Existe negócio entre humanos?
Mas eu ODEIO trocar carro. Odeio chegar na loja, aí vem aquele velhinho e fala: aqui foi retocado. Tá bom, retocado ou não, quanto você dá nele? Então ele responde: quanto você está pedindo? Porque, não sei se você percebeu, mas está retocado. E fica horas pondo defeito num carro que eu nem me importo, fala logo quanto você quer dar e pronto. Isso me dá uma baita gastura.
Depois do negócio feito, o velhinho vira gente. Conversamos, ele fala da família, conta histórias.... tem um ser humano por trás do chato. E porque as pessoas precisam se transformar em monstros para fazer negócio? Porque não precisamos fazer negócio com seres humanos?
Eu tinha ido em outra agência que, infelizmente não tinha nada que nos interessava, mas foi tão fácil. Ele logo disse: na troca te dou X, só para comprar te dou Y. E não ficou chorando por mixaria por causa de retoque ou não retoque. Eu já comprei com retoque e nem sei o que aconteceu e pra mim não faz diferença.
O fulano da 1ª agência olhou o carro e o modelo interessou, é daqueles que vende rapidinho. Não precisou ficar fuçando defeito. No fim, acabamos vendendo quase pelo mesmo valor só que eu fiquei com uma baita dor de estômago de raiva do velhinho.
Isso me lembrou dos tempos de mundo corporativo, reuniões inúteis e hipocrisia para todo lado. Argh!
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Coisas de Livs na Prateleira do Bicha Fêmea
Lá estava eu passeando pelo Reader e, de repente, gente, sou eu!!!!
Bom, quem está chegando agora, essa sou eu :)
Neste blog contei a história de uma grande mudança na minha vida e essa história acabou, porque já não me sinto num lugar novo, mas me sinto em casa.
Acontece que aqui na blogosfera todo mundo é muito bacana e carinhoso, não te deixa ir embora.... e é um prazer não ir embora, hehehe
E agora que nos sentimos em casa aqui na nova cidade, estamos com um projetão que está tomando muito tempo. Claro que as Coisas de Livs tem seu tempinho reservado senão o que seria de mim longe desses tecidos coloridos fofos e lindos?
Entrem e fiquem a vontade na minha casa. A loja continua ativa e eu também. Num ritmo um pouco mais lentos, mas com mil ideias novas, aos poucos elas aparecem por aqui, prometo.
E quando o projetão estiver rolando, eu conto por aqui. Me desejem boa sorte!