quarta-feira, 3 de março de 2010

Palavras finais

Já? então…. eu estava pensando em pôr um fim no blog. Acontece que, quando ele surgiu, meu objetivo era contar minha experiência de mudar de cidade e de vida. Foi uma experiência intensa para mim e, contar aqui, mesmo que ninguém lesse, dava um alívio na alma.

Já faz pouco mais de um ano que eu “reencarnei”. Foi como se eu nascesse de novo… experimentando tudo novo, como os bebês, sentido dores até o corpinho começar a funcionar direito, mas se maravilhando com cada descoberta…

Neste ano, eu descobri como ser dona de casa, sempre sofri por deixar minha casa na mão de empregadas e nem saber como orientá-las para cuidar daquilo que era meu. Então, coloquei a mão na massa, ou melhor, na vassoura, rsrs…

Me aproximei da minha família, mais tempo com a filha, experiências novas, interessantes… já está uma mocinha e eu nem sei como ela pulou de bebê para essa mocinha. Começou a fazer ballet, não se adaptou com a escola, mas pediu que eu procurasse outra, é o que estou fazendo agora. Muuuuito depois dessa idade eu me dei liberdade para não gostar de uma atividade ou de um grupo e pedir para não ir mais. Não tinha essa liberdade com a minha mãe e fico feliz de ver que consegui dar a ela.

Esse período também fez bem ao casamento. Acho que a crise dos 7 anos mudou tudo sim, mas para melhor, ao invés de nos separarmos, nos unimos ainda mais…. estamos cuidando da nossa casa juntos, isso inclui desde faxina até mudar o layout e depois curtir o quarto mais aconchegante……

Aprendi a costurar. Fucei na internet, como tem gente bacana que ensina o que sabe! E assim eu aprendi muita coisa, outras eu inventei, rsrs…. e o resultado foi bem positivo! Até abri uma loja e teve gente que comprou e depois comprou de novo e depois de novo, então acho que agradei, não é? Mas não me acomodei! Me inscrevi para um curso de costura meio patchwork, vamos fazer uma bolsa com aplicação, linda!!! Ontem foi a primeira aula e eu me diverti muito!

Comecei a nova vida trabalhando meio período, mas as coisas nem sempre (quase nunca) saem como a gente planeja, então tive que reforçar e trabalhar um pouco mais para melhorar o orçamento doméstico. Como trabalhar, cuidar da casa, ser mãe e costurar? Acho que estou indo bem, mas não me pergunte como!

Nosso padrão de vida mudou um pouco. Mas este foi um risco calculado. Eu aceitei correr este risco e até achei que ia ser bem pior. Hoje pensamos muito antes de adquirir alguma coisa e vemos o quanto desperdiçávamos recursos lá na vida passada. O que acontece é que nada nos falta mesmo com o salário muito mais baixo.

De certa forma, consegui o que buscava com a mudança. Tive que fazer várias adaptações ao projeto inicial, mas nunca vivi uma experiência com tanta intensidade. Estava em busca de liberdade! Nem eu sabia disso, mas me sinto tão mais livre agora!

E muita coisa aconteceu que eu podia contar aqui.

Eu mudei algumas coisas na minha casa, mas este não é um blog de decoração! Eu fiz coisas novas na costura… mas este não é um blog de artesanato! Enfim, estou sem saber como conduzir este blog, já que o objetivo principal já encerrou. Por isso, resolvi encerrar as atividades do blog.

Agradeço a todos que passaram por aqui, sou muito feliz pelas novas amizades que fiz e, de repente, eu apareço por aqui, talvez com nova cara, um novo tema. Esta história chegou ao fim, o que não quer dizer que eu não tenha outras para contar.

E claro que não vou deixar de passear pelos blogs que eu acompanho, isso já faz parte da minha vida… e vou tentar sempre comentar, afinal, são amigas muito queridas!

Bom, não precisa chorar. Quer falar comigo? coisasdelivs.gmail.com. Ah, e minha loja continua lá, dá uma passadinha: coisasdelivs.elo7.com. Até a próxima.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Carnaval no interior

 

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Sabe, eu odeio carnaval. Sim, eu sei, sou uma chata, odeio natal, odeio carnaval….. master chata. Mas eu posso explicar. Lá vem…

É que eu sou do rock n’roll. Não consigo ouvir “se lança, se joga, sacode, balança…..” não dá. Marido também é rock n’roll, perfeito, em casa só toca Pearl Jam, Nirvana, Led Zeppelin….. tocava.

Acontece que a gente perdeu a filha para o lado negro da força. Porque você acha que eu sei que existe uma música com essa letra: “se lança, se joga, sacode, balança”? Nem sei se é assim mesmo, nem sei quem canta, só sei que a filha canta. E adora.

E talvez carnaval não seja tão ruim assim. Não é mais tão ruim porque a gente saiu da muvuca. O que me incomodava muuuuito no carnaval (além da música) era a muvuca. Não gosto, não dá.

Então vamos considerar que, naquele carnaval das escolas de samba, a música não seja tão insuportavelmente repetitiva e até dê para ouvir numa boa. Consideramos também que ouvir bateria de escola de samba é uma emoção à parte (só perde para um bom show de rock, rsrs). E se a gente tirar a muvuca, acaba virando um bom programa! Principalmente, se a filha se diverte.

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Tudo isso para dizer que eu estava aí, nessa muvuca organizada, confortável e segura. E gostei. Foi um programa bem legal. Marido nunca tinha visto um desfile de carnaval, nem em cidade pequena. Conveci ele que deveria pelo menos ouvir a bateria. Tudo bem  que ele pensou como seria incrível se tivesse um solo de guitarra acompanhando, mas nos divertimos muito.  E, para uma cidade do interior, as escolas, principalmente a campeã, mandaram muito bem!

Ah, e ela preferiu ir de vestido ao baile do SESC, minha fantasia improvisada foi um fracasso; os bichos sumiram e a flor ficou lá no deserto mesmo, não saiu andando pela casa, já está tudo bem.

Fotos: prefeitura de São Carlos

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Deserto em flor

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Lembra do desertinho? Essa foto é de setembro do ano passado, quando esta suculenta deu flor. Mudei ele de lugar, porque o cachorro achou que dava um ótimo banheiro, e não é que o menino gostou do lugar novo? (o desertinho, não o cachorro)

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Percebe o cactus? Como encheu de raminhos novos? Peraí, cactus tem raminhos??? Eu deveria saber, já que, para quem não sabe, eu sou jardineira formada! kkkk

Mas o melhor você não está vendo! Veja o que aconteceu do outro lado do deserto da floreira:

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Ele deu uma flor enorme!!!! E vem mais por aí!!!!!!

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Não repara na mangueira…

Olha como ela é enorme!!! Confesso que senti um pouco de medo dela, rsrs…. essa semana apareceu uma mariposa gigante no meu quarto quando eu estava trabalhando e, no mesmo dia, um bicho assustador no manacá baby, uma lagarta com mais pelos que o Diego, as perninhas pareciam mini lagartas, um horror!!!! Mais uma planta linda que eu tinha secou e outra está indo pelo mesmo caminho, preciso de um padre urgente! Será que essa flor também não é coisa do demo?

Pelo sim, pelo não, mandei benzer o gato. E não é que o bichinho melhorou? Coitado!!!!! Estava vomitando de novo, nada fazia o bicho sarar….. Gente, reza por mim, que a coisa tá feia aqui! Espero que a flor seja do bem, rsrs….

Mas eu não me abalo! Tive vários chiliques sozinha em casa com a mariposa, mas tudo bem! Anteontem deu uma chuva horrorosa e acabou a luz. Como somos dependentes, né? Sem computador, sem TV….. fazer o que? Ainda não tinha conseguido (em cima da hora) agitar a fantasia da Elisa. Ano passado comprei no supermercado, foi baratinha, mas não serve mais e eu não podia queria gastar os tubos numa fantasia de princesa. Então peguei a tesoura e ataquei uma camiseta branca dela, veja como ficou:

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A sainha veio de uma apresentação de fim de ano e ela estava toda orgulhosa com o primeiro sutiã (repara na alça aparecendo). No meu tempo se ganhava o primeiro sutiã com 12 anos…… deixa pra lá.

Bom, eu ia fazer franja no corpo da camiseta também, mas achei que não ia bem com a saia, por isso fiz essa “ventilação permanente” (vulgo VP) na horizontal. Pintei os espirais e os pontinhos com tinta dimensional e pronto. Fácil, rápido e econômico. Bonito? Bom, dá para não passar o carnaval em branco, né?

Por desencargo, ela resolveu colocar o  vestido de princesa velho e apertado na mochila e, na hora da festinha da escola…. adivinha?

Ah, mas eu me vingo! Quero levá-la no SESC terça-feira para o baile das crianças e quero ver ela usar aquele vestido velho de novo!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A cor de 2010

O ano de 2010 está começando a se definir…. como eu disse aqui, eu não faço lista de determinações no ano novo, mas tento escolher o que eu quero do ano, ou talvez, ouvir o que o universo espera de mim neste ano….

Este ano nasceu no meio de vários conflitos familiares… sabe aquela família que a gente deixa para trás quando resolve criar a nossa própria? Minha mãe mesma comentou que não entende como ela fazia parte daquele grupo antes de se casar. Não quis dizer assim na lata que eu sentia o mesmo…..

Na antroposofia, dizem que, por volta dos 7 anos, quando a criança começa a perder os dentes de leite, seu corpo se liberta das últimas células do corpo da mãe, um grande passo para a independência. Da mesma forma, quando um casamento completa 7 anos, (a tal da crise?) o casal sente necessidade de criar seu próprio jeito de viver, não vai mais almoçar na casa dos pais/sogros no domingo e deve criar sua própria rotina. Quando li, achei que não se aplicaria a mim, rsrs… sempre acho isso…. Saí de casa antes de me casar para ter meu próprio espaço, casamos sem pompa e circunstância, porque casamos para nós e não para os outros…. do que eu me libertaria depois de 7 anos?

É, mas o dia chegou. Em 13 de dezembro de 2009, completamos 7 anos de casatório (como diz o marido). A primeira coisa que eu odiei foram as facas sem corte, hehehe…. Diz o Gustavo Cerbasi no livro Casais Inteligentes Enriquecem Juntos que a crise é causada pela falta de itens no faqueiro, o liquidificador que fica dando problemas…… hahahaha! Com certeza as facas sem corte podem ser motivo de crise. Mas tem outras coisas mais relevantes agora.

Antes do fim do ano (para evitar os inevitáveis conflitos familiares natalinos), tentei aparar umas arestas com a minha mãe (nunca é fácil aparar arestas com mãe, né?). Ainda decidimos passar o Natal em casa, passagem do ano com amigos…. criamos um mal estar? Com certeza…. é muito difícil aceitar as decisões dos outros. Quando gostamos de alguém, ficamos tentados a dizer o que o outro deve fazer. E, do outro lado, quando somos gostados, precisamos, delicadamente, dizer ao outro que vamos fazer o que nós queremos, independente da vontade do outro que gosta de nós. Isso pode causar um mal estar do tamanho da certeza do outro que pode fazer escolhas por nós. Esse é o preço da independência.

Mas não quero que a independência venha com briga e estou trabalhando muito para isso. Estamos cuidando de nós, da nossa casa, organizando nossa vida. Ano passado foi diferente de todos os outros, passamos o ano nos adaptando a uma nova realidade. Agora, já olhamos para essa realidade, fizemos um balanço e, é isso que temos? é com isso que vamos trabalhar. Nem todas as nossas expectativas foram alcançadas, mas temos o essencial e é com isso que vamos trabalhar. E o universo ajuda!

Primeiro, organizei minha rotina, fiz uma divisão rígida de horário, estabeleci hora de acordar, levar o cachorro no banheiro, sentar para trabalhar, hora para parar e hora para ficar com a filha. Sempre achei isso muito bacana, mas nunca tinha feito para mim. Claro que não foi possível seguir à risca, mas, quando deixamos uma atividade para fazer outra, sabemos direitinho qual ficou para trás. A proposta deve ser rígida, mas precisamos seguir os horários com sabedoria (não entenda com preguiça!). Não esqueci dos horários de descanso, estabeleci horários livres. Pedi para o marido buscar a filha na escola todos os dias, mostrei o que tinha feito e ele super vestiu a camisa. Logo no primeiro dia adorou chegar cedo em casa. E o universo manda pessoas que podem ajudar com algumas das tarefas………. (depois eu conto…)

A segunda atitude foi organizar o armário de trabalho. Ah, grande coisa, todo mundo arruma armário no começo do ano…. é verdade. É a melhor época! Consegui escolher o que manter e o que libertar. A arrumação do começo do ano não é igual a qualquer outra, tem outro astral!

Marido entrou no esquema (7 anos….). Arrumou a prateleira da área de serviço (eu tinha pedido há meses). Ele tinha um monte de potinhos, sacolinhas, restinhos de coisas que talvez um dia ele viesse a usar. Ele foi se transformando durante o trabalho. Ficou mais leve, mais alegre, apesar do cansaço, quando terminou. E não é fácil arrumar uma prateleira numa área de serviço onde mal dá para se mexer.

O próximo projeto é fazer uma capa para o sofá, será que eu consigo? Vou fazer uma capa, depois mandar lavar, sabe como é sofá em casa com gato, cachorro, criança…. melhor nem falar o que já caiu no coitado….

Vamos cuidar do nosso canto. Mesmo que a casa seja alugada, mesmo que ainda tem coisas a se realizar nesta nova vida, vamos cuidar do que temos agora. E quem se incomoda com a nossa decisão vai ter que me desculpar…. começaram cair os dentinhos do nosso casamento.

Post pesado? Faz parte…. leva a mal não….. logo começo a mostrar o que estou fazendo em casa, aí vai ser alto astral. (se a câmera fotográfica não morrer, ai, acho que ela está doente….)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Edição Especial

 

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Coisas de Livs lança hoje, em edição especial: Bolsas Marcella! :)

Lembram daqueles tecidos lindos que eu comprei no Sew, mama, sew?

Já viram um deles lá nas necessaires, né? Aquele verde com mandalinhas rosa. Eu adorei as cores e, na hora de fazer a necessaire, não aguentei, tive que usar! Mas o que eu queria mesmo era fazer algo diferente, que eu não tivesse feito ainda, uma edição especial mesmo, os tecidos são pequenos (quem sabe quanto mede uma jarda?), o modelo é complicadinho para uma costureira experiente como eu e eu quero fazer mais coisas com estes tecidinhos. Então criei coragem, fiz uma maquete (não poderia negar minhas origens), usei para ver se era forte (porque linda ela já estava!) e, finalmente, a turminha ficou pronta! Afe, ufa! Finalmente!

Não porque eu mesma que fiz, mas, eu amei! Não sei dizer qual eu gostei mais, uma para cada dia, sei lá, rsrsrs….

Na vida passada eu usava bolsas enormes. É que eu saia de casa de manhã, lixava a unha ou tirava a sombrancelha no trânsito (e eu estava dirigindo! imagina que o trânsito era parado!), ia trabalhar e levava agenda, carteira, celular, óculos escuros naquela embalagem gorda, blusa, guarda chuva…. e mais outras coisinhas de mulher passar o dia inteiro fora de casa e viver 4 estações num dia só. Agora, sempre que eu saio, eu sei exatamente onde vou e quanto tempo vou demorar, então, só levo mesmo o que vou precisar, por isso, minhas bolsas enormes lindas estão lá no fundo do armário (pobrezinhas…), aí eu faço maquetes de bolsa para mim, dessas eu fiz uma cinza! O problema é que agora eu tenho que achar um tempinho para lixar as unhas ou tirar a sombrancelha….

Ah, o gato já sarou. Acho que o estômago dele ainda não está pronto para receber ração assim de uma hora para outra…. ainda mais gato adotado, sabe-se lá em que situação o pobre veio ao mundo, por quanto tempo conseguiu mamar….. Agora comprei a ração master blaster cara baby cat e quero ver esse gato comer!

O pior é que não tem como não relacionar. Eu vivi de novo os primeiros meses da vida da minha filha…. refluxo, primeiras papinhas, frutinha….. socoooooooorro! Pelo menos isso já tinha passado. Agora ela já me interrompeu 153 vezes (e o marido umas 40), isso quer dizer que mama tem que dar atenção. Então chega de papo furado.…. as bolsas já estão lá na loja!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Filho doente, mãe acabada….

 

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Quando minha filha era bebê e ficava doente, eu ficava um caco. Primeiro porque eu achava que a culpa era  100% minha. Se eu não trabalhasse, se eu tivesse ficado acordada a noite inteira para ver se ela se descobriu, se eu não tivesse deixado ela brincar com água ou andar descalça naquele dia…… mentira! Nada a ver, eu não tinha nada com isso, todas as crianças da idade dela ficavam doentes também. Parecia que as outras mães nunca cometiam esses pecados horríveis que eu, mãe horrível, cometia toda hora.

Graças à Deus, essa fase passou. Melhor ainda, no interior ela não ficou doente nenhuma vez (e já faz mais de 1 ano, recorde!). Ela praticamente não usa calçado. Vai para a escola e volta de chinelinho. Tenis só para passear ou quando choveu e o chão está molhado. Em casa, se tiver muito frio (o que é raro por aqui) ela anda de meia (impossível convencê-la a colocar calçado). Brinca com água, toma sorvete, joga o lençol no chão e eu continuo dormindo e nem tomo conhecimento. Já tinha até esquecido a neura da “friagem”. Aliás “friagem” é uma palavra parecida com assombração, você não vê, ela chega em você  e faz uma coisa horrível! (Talvez eu tenha pensado essa besteira porque morei num lugar onde se chamava assombração de visagem ou “visage” na lingua do povo).

Mas hoje eu lembrei daquele sofrimento…. não, a filha está ótima. Adivinha quem está doente? O gato!

Tá bom, sem exageros, não me senti tão culpada assim. Mas com gato, principalmente bebê, dá impressão que você vai acordar de manhã e ele vai estar morto na cozinha, e quem consegue dormir tranquila assim? Ele já está bem melhor, mas passei a manhã por conta disso, veterinária, laboratório para tirar sangue…. e como é possível tirar sangue daquele ser de meio quilo? Tive que segurar a cabeça e as patas de trás para o veterinário fazer o serviço. Eu nunca olho o momento da picada, não tenho nenhum pânico, mas acho que ia dar um reflexo de tirar o gato para não doer bem na hora. Ele com a cabecinha apertada na minha mão miando sem parar e aquele sangue que não saía de jeito nenhum. Fora a fuga dos cães nos corredores do laboratório…… afffff

Só sei que estou um caco e por mais um dia, as duas (não posso falar, é surpresa) que faltam estão quase prontas mas eu não vou mexer, vou ficar aqui, sentada escrevendo até a hora de deitar na minha cama. Agora que o gato está alimentado, medicado e mais animadinho, sei que ele estará vivo amanhã e posso dormir tranquila.

Ah, ele não se chama mais Peter Pan. Depois da Era do Gelo, passou a se chamar Diego. E como às vezes a gente esquece e mistura tudo, acho que ele se chama Peter Diego Pan. (e os dentes de sabre?)

domingo, 17 de janeiro de 2010

Com exclusividade

 

Amigas e amigos da blogosfera,

Eu tenho trabalhado muito. Trabalhado naquele trabalho que paga as contas e nem sempre é o que a gente mais ama fazer o dia inteiro e trabalhado também naquilo que eu adoro fazer a adoro mostrar aqui, mas que ainda não paga as contas :(.

Não vou nem falar naquela parte doméstica burocrática braçal que foi abandonada nas últimas semanas pelo motivo que vou mostrar agora.

Às vezes demora um pouco, mas uma hora, esse trabalho todo tem um resultado e, hoje, vou mostrar para vocês, com exclusividade, as peças que eu acabei de colocar na loja:

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E parece que antes disso eu não tinha feito nada, né? Mas eu cortei toda essa turminha aí, engomei, coloquei para secar, passei, costurei, passei, esperei o dia de sol para fotografar, tentaram me atrapalhar…..

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mas eu não desisti! Fiz tudo sem mostrar para ninguém! Vocês são os primeiros!

O que acontece (isso é ótimo) é que eu acabo vendendo antes mesmo de fotografar. Quando alguém vê, diz “Ai, que lindo!” E acaba comprando. Estou adorando essa popularidade, mas tenho visto que a loja está recebendo várias visitas, e o blog também e parece que eu não estou produzindo nada, não é?

Então, gente, aproveitem, corram lá na loja e peguem a sua antes que acabe! ;)

E tem mais novidade vindo por aí, aguardem!

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