segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Quem é vivo sempre aparece….

 

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Então, apareci!

Coleção primavera/verão chegando, a loja cheia de novidades, adoro primavera/verão!!! Tudo cheio de cor, blusinhas, vestidos, estampas….. E com a nova coleção, lá vou eu viajar para trazer as novidades… estrada, compras, estrada de volta, cadastra tudo, calcula preço, dobra, pendura no cabide…… afff…. não é à toa que ando sumida, pode ter certeza!

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Não sou só eu que me animo com a coleção verão, a loja está chamando mais atenção, quem já conhece vem dar “uma olhadinha” nas novidades… pelo menos o marasmo do inverno está indo embora.

Mas acontece que vender mesmo que é bom, está bem devagar…. sim, eu sei, demora… tenho ouvido muito este discurso. Não estou triste nem desanimada, só acho que eu posso fazer algo para animar… hummmmmm…. Mil idéias. Estou concentrada num plano de marketing (além de continuar fazendo tudo que eu já fazia antes). Até fazendo um curso de vitrinismo. Ah, estou me divertindo tanto! Quem passa por aqui e gosta de decorar a casa, imagina você ter um cantinho para decorar e mudar a decoração de tempos em tempos? Claro que haja criatividade, principalmente para inventar com pouca grana, mas é muito divertido. Já estou planejando a vitrine primavera-verão e assim que sair, claro que mostro aqui!

Enquanto a Allegro ocupa boa parte dos meus pensamentos e planos, Coisas de Livs não está esquecida não! Olha o que eu ando fazendo:

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Bolsa Bailarinas dupla face, que tal? Pendurei no provador, como quem não quer nada…. ainda nem coloquei na loja virtual, veja que as fotos nem estão editadas, um horror….. mas se alguém se interessar, fala comigo. Este tecido de bailarinas não é lindo? Comprei inspirada na minha pequena bailarina.

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Fiz uma capa para um travesseiro que ela ganhou do vovô e achei que a combinação ficou boa, fui lá e fiz a bolsa.

E enquanto isso, a vida não para na blogosfera, todos os dias um monte de post para ler e o meu vai ficando para depois. Olha só, a Marta do blog Marta, artes e afins, super talentosa, me mandou 2 selinhos super fofos:

selo-premio Eliane menina arteira[1] 

Para não parar por aqui, vou mandar para a Lelê, do blog Casa de Catarina, recém casada, deve estar feliz da vida!

 

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E este vai para a vovó Heloísa do Blog da Vovó… mas não só!

Assim eu tomo vergonha e dou um alô para as amigas da blogosfera, estou muito largada!

E o que eu estou fazendo agora?

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Aguarde………..

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A Gente Transforma

 

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imagem do blog A Gente Transforma

Eu quis fazer faculdade de arquitetura porque sempre gostei de coisas coloridas, alegres e, de alguma forma, tinha que escolher alguma opção entre aquelas do “Guia do Estudante” que batesse com esta vontade. Fiz técnico em edificações e até achei legal trabalhar com desenho, tenho muita paciência e persistência com o trabalho, então levei a idéia adiante.

Não foi nada fácil. Arquitetura é um curso caro. Como eu já trabalhava e a “vida real” me faz mais feliz que ficar fechada numa escola, e os cursos de arquitetura nas faculdades públicas eram período integral, escolhi uma faculdade paga, menos cara que as outras e com uma boa reputação. Escolhi mesmo, só fiz vestibular para esta faculdade, passei, entrei e fiz. Mesmo escolhendo a mais barata e conseguindo bolsa parcial, o curso também é caro por causa dos materiais e trabalhos que precisávamos fazer…. nossa, como eu gastei dinheiro revelando fotos!!!! Tá, eu sei, isso não existe mais, mas antigamente (ai, será que faz tanto tempo assim?) tirávamos várias fotos para sair uma panorâmica, revelávamos todas, colávamos com fita crepe por trás e grudávamos no nosso desenho (que já era feito no computador, ah, não sou tão velha assim!). Como eu não tive “paitrocínio”, foi por minha conta mesmo.

Em paralelo, sempre participei de trabalhos voluntários, gostava de fazer algo mais. Só parei mesmo quando a filha nasceu, não dava mais, chegou a hora de me dedicar à minha própria família. Não que, um dia eu não vá voltar, faz muito bem para a alma, mas não adianta trabalhar com outras crianças e outras famílias se a nossa está precisando da nossa atenção agora.

Um dia, participei de um curso da Aliança pela Infância e tive que desenhar um crachá. No centro, deveria escrever meu nome (óbvio, senão não seria crachá), em um canto do crachá, desenhar a minha profissão. O título “arquiteta” acaba queimando um pouco o filme num curso desses, cheio de “educadoras”. Todo mundo fala: nossa, o que você está fazendo aqui? Nunca entendi muito bem qual o problema. Nunca entendi também porque o trabalho tem que aparecer nestas horas. Eu queria fazer um curso para trabalhar com crianças, não tem nada a ver com o meu trabalho, meu trabalho não sou eu. Mas, continuando com o crachá…. no outro canto, o que eu mais gostava de fazer. Desenhei as crianças, ou famílias, não lembro muito bem. No outro canto, meu sonho. Desenhei a família (ou as crianças) dentro de uma casinha e tinha que ficar explicando que queria que meu trabalho e o que eu gosto fossem uma coisa só.

Não que eu não gostasse do meu trabalho, mas eu queria unir o trabalho mais social com aquele no qual se ganha dinheiro e se paga as contas.

E o meio que eu trabalhava era muito diferente do trabalho social. Os gigantes esmagam as formiguinhas e um jogo político se forma para que todos possam fingir que não são formiguinhas e não serem esmagados pelos gigantes.

Me formei, casei, me tornei mãe, larguei o trabalho voluntário e fui procurar outras coisas que me fizessem feliz.

Mudei de cidade, de casa, comprei uma máquina de costura. Continuo trabalhando como arquiteta (ai, cada dia gosto menos deste nome) e criando algo novo que combine mais com a vida que estou vivendo agora.

Tempo passando, parei há tempos de acompanhar notícias de arquitetura. Acho que tem muito jornalista aí na blogosfera muito mais designer de interiores que alguns arquitetos que fazem apartamentos modelo decorados, todos iguais. Mas, criei uma certa simpatia pelo arquiteto Marcelo Rosembaum, super pop, Lar Doce Lar, coisa e tal…. um trabalho menos voltado para a elite e mais próximo do… social?!

E qual a minha surpresa! Olha o trabalho incrível que está rolando no Parque Santo Antonio, em São Paulo, cidade onde eu vivi minha vida passada (nesta mesma vida)! Esta reportagem passou hoje no Bom Dia São Paulo, mas dá para acompanhar tudo que está acontecendo no blog A Gente Transforma. Bom saber que tem mais gente aí pensando como eu e melhor, que teve oportunidade de botar a mão na massa.

Hoje minhas prioridades são outras, mas ficou muito feliz de ver iniciativas como esta. Feliz mesmo!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Atividades Coisas de Livs

 

Com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, vou me dedicando como posso a cada uma delas. Algumas não dá para reduzir o ritmo, como trabalho e maternidade, outras eu vou reduzindo e fazendo aquilo que for possível.

Antes da idéia da loja estourar na minha cabeça, eu fiz um curso no Sesi de 1 mês, de onde saiu esta bolsa aí:

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Repara na foto não, que nem tirei a bagunça de perto. Mas a bolsa é muuuuuito fofa, né? Eu escolhi os tecidos, mas o aplique foi a professora. Amei a bolsa, mas não tem muita cara de Livs, não é mesmo? Olha por dentro:

Fecho com fitas.

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Bolsinhos duplos: abrindo o zíper tem um bolso e atrás do tecido marrom é outro bolso.

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Até gancho para chave.

Adorei fazer a bolsa  e aprendi muita coisa. Eu queria ter feito outro em junho, ia ser muito bacana, mas não deu. Então tentei aplicar meus aprendizados em uma Coisa mais assim de Livs, se é que vc me entende….

Então, tchanans:

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Adoro florzinhas! Tudo bem que estas ficaram meio ovo-frito, mas eu gostei mesmo assim. Repara no quilt “vôo da borboleta”! Adorei, me diverti muito fazendo.

Mas ficou sendo mais uma bolsa conceitual, as alças ficaram muito apertadas, eu quis juntar tudo o que eu vi nos últimos tempos num projeto só. Vou tentar agora, fazer uma bolsa bem simples com um aplique fofo com cara de Livs, acho que vai dar certo.

Aí eu mudei meu cantinho para a loja. No meio da loja mesmo, nada de escondido. Não é que eu pendurei esta bolsa e já me perguntaram quanto é? Imagina se eu não fiquei me achando!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Momento Pequenas Empresas Grandes Negócios

Ai, eu preciso escrever sobre outro assunto porque o meu blog está muito triste. Sim, nós ficamos muito tristes e eu escrevi o post anterior com lágrimas nos olhos. Esses animais que compartilham sua vida com a gente são membros da nossa família sim e fazem muita falta quando se vão. E  nos mostram que “a vida é coisa muito frágil, uma bobagem uma irrelevância” e nos fazem dar mais valor ao que temos. Aprendi muito com o Diego, inclusive sobre maternidade (ele pensava que eu era a mãe dele), me aproximei muito mais da minha filha, que aliás, como eu, já superou a perda.

Só mais uma despedida, acho que vale a pena pela foto:

DSC04047-1 Ele pensava que era um enfeite, derrubou (e quebrou) a garrafa (linda) que estava no lugar que ele achou que era dele. rsrs…

Mas vamos ao post.

Nossa loja já fez 1 mês de vida e eu aprendi muuuuuita coisa neste tempo que anos de pesquisa não souberam me informar. Então, já que estou aqui, porque não compartilhar com quem quiser ouvir (ler)?

A PESQUISA DE MERCADO

Sem meios (tanto econômicos quanto temporais) para uma pesquisa de mercado bem elaborada, passeei pelas lojas da região e conversei com os lojistas (venho fazendo isso há anos, desde que começou esta coceirinha de empreender). Ao contrário do que se pensa, eles (agora nós) gostam de contar como é ter uma loja, como é o movimento, para quem se vende, etc…

Conversei com as mães das amiguinhas da escola da filha. Todas concordaram que falta uma loja com roupa boa para as crianças. Tem aquelas com “roupa de passear” caríssimas ou aquelas com roupa “para bater”, de cores feias, cortes piores ainda e que, em 1 semana de escola pode jogar fora, o que não chega a ser horrível, pelo menos não precisava ficar se matando de esfregar aquela roupa cheia de areia e meleca (meleca é a mistura de areia e água no próprio vocabulário pré-escolar). Mas haja dinheiro para comprar roupa “para bater” toda semana, né?

Ok, um desejo de todas nós, mas eu precisava também saber o que os adultos comprariam na minha loja. Também queria vender malha para adulto (blusinha, moletom, etc…..). E não adianta, não tinha acesso à este público antes de ter a loja, mas me sobrava coragem e loucura para dar o primeiro passo mesmo assim.

Contei com a ajuda do atacadista que troca a mercadoria que eu não vender (e uma vendedora show que me deu muitas dicas). Para começar, fiz uma compra média, a loja ficou meio peladinha, podem ver pelas fotos dela pronta que eu mostrei aqui. Aí o pessoal vinha conhecer (graças à uma panfletagem que eu conto no capítulo marketing) e perguntava: não tem tamanho P? (como tem gente pequena nesta cidade, eu subestimei e comprei pouquíssimo P!!!); não tem calça de moletom avulso para criança? não tem calça de cotton tipo bailarina?

Fui anotando os pedidos e os telefones das pessoas que concordassem, lógico, em deixar o número, voltei no atacadista e fiz uma compra maior com o que o pessoal pediu. Liguei para avisar e os clientes amaram receber esta atenção (dica da vendedora show).

Na verdade isso tudo foi sem querer, eu comprei pouco por 2 motivos: falta de experiência, para quem compra só para a família, comprar 200 ítens de roupa é praticamente insano. Acabei tendo que comprar mais uns 300. O outro motivo era falta de dinheiro e medo de gastar. No fim comprei sem dinheiro mesmo e Deus ajude a pagar, rsrs….. Por enquanto o universo conspirou e o dinheiro chegou na hora que eu precisei (isso merece outro capítulo). Acho que empreender é ter essa fé que vai conseguir, ainda que se quebre a cara. Esse não será meu caso.

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Olha como a loja está mais cheia, colorida, animada, rsrs…

Espero que alguém aí se interesse porque estou me empolgando com este assunto, mas o Sebrae que não me ouça, porque, embora tenha recebido e ainda recebo muita ajuda do Sebrae, faço muita coisa ao contrário. Se der errado, já sabe porque, né? Aí pode ignorar tudo que estou escrevendo, hehehe…..

Eu tenho fé nesta empreitada, mas é uma corda bamba e, enquanto estamos nela, melhor se divertir com o risco de cair, não é mesmo?

sábado, 19 de junho de 2010

Diego

 

Ele chegou tão pequeno e frágil para a nossa família. Logo mostrou que seu corpinho era mais frágil ainda do que parecia. Desenvolveu vários probleminhas de saúde. A veterinária concluiu que seria má formação causada por provável cruzamento entre irmãos. Não tínhamos como saber, já que ele foi abandonado e adotado pela nossa família.

Logo ele foi crescendo e ficando fortinho. Já corria atrás do brinquedo, ficava de tocaia para atacar a vassoura no dia da faxina e mordia meu pé embaixo da mesa na hora do almoço só para provocar.

Mas não teve jeito. Sua passagem por nossa vida seria mesmo rápida e ontem à noite se despediu de nós. Foi para o céu dos gatinhos morder o pé de algum anjo embaixo da mesa.

Ontem perdemos o Diego e nossa pequena família ficou com um enorme vazio.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Sobre movimento

Minha atuação como blogueira tem sido bem flutuante, mas como tem gente bacana por aqui, sempre que posso eu dou notícias.

E já que agora meu novo livro é uma loja, vou contar minhas aventuras comerciantes.

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imagem: daqui

Sabe movimento dos astros? Os cientistas sabem exatamente onde eles vão estar ou estiveram em tal data e hora. Os exotéricos dizem quem você é olhando para eles. Então, movimento de clientes em loja não tem NADA a ver com isso.

Sexta-feira, emenda de feriado, ah, não vai dar nada. Abri a loja e aproveitei para ir limpando o chão com mais carinho, tirando tudo do lugar, uma pilha de roupas no balcão para ir para seu lugar. De repente, entra uma senhora. Aniversário da neta. Mas a neta tem uma irmã, então tem que comprar uma lembrancinha para a irmã também. A senhora pagando, entra uma mulher que ficou de voltar quando chegassem as calças de moletom avulsas. Mais tarde uma super diferentinha com cabelo vermelho leva uma camiseta para o marido e o movimento não pára o dia inteiro. Ótimo!

Se a sexta foi assim imagina o sábado! Que nada, ficamos disputando de quem era a vez de jogar paciência.

Estamos com 4 semanas de loja e já deu para sacar que não tem lógica nenhuma mesmo. E a internet só foi chegar esta semana. Enquanto isso, fiquei fera no paciência spider! Mas as mãos não gostam de ficar só no mouse, aí eu aproveitei a onda do Superziper e trouxe minhas agulhas de tricô para loja!!!

Fiquei parada não!!! E olha no que deu:

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Fiz um lindo cachecol com uma sobra de lã abandonada no canto do armário. A filha também quer um mas tem que ser rosa (precisava contar esta parte?)

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Show, né? Agora com internet aqui vou ver se volto mais vezes por aqui.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Selinho

Mais uma passadinha rápida! É que a Marta, super fofa, me mandou um selinho, olha que chique! Prêmio blog de ouro!!!

 

selo_blog_de_ouro[1]

Marta, como eu disse, está tão corrido por aqui….. então vou agradecer o carinho e pedir para quem passar por aqui, faça uma visitinha no blog da Marta, o Marta, artes e afins, ela faz coisas lindas e é uma pessoa muito especial.

Não está sendo possível cuidar deste blog com carinho, mas os dedos não querem parar de escrever, então, quem quiser me seguir, estou no twitter. Me segue lá!

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