domingo, 23 de maio de 2010

Passadinha para mostrar a loja

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Devagar e com certeza…

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Se constrói um sonho….

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Do começo às conquistas…

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Siga com firmeza!

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Se você quer livre ser…

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Faça seu segredo…..

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Poucas coisas, mas bem feitas,

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Faça com ALLEGRia!

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ALLEGRO nasceu!

sábado, 15 de maio de 2010

Último capítulo

Sabe o último capítulo da novela? Cheio de casamentos, revelações.... então, hoje é o último capítulo. Não, não estou falando da novela das 8, mas da minha novelinha Coisas de Livs.
É o seguinte: eu tentei, eu bem que tentei.... mas tem que ter inspiração, né? Não dá para ficar zoando o gato sempre! Eu adoro as visitas de vocês aqui, adoro esse mundo chamado blogosfera que eu conheci quando comecei uma vida nova, aliás, experiência que eu achei que dava um livro, por isso, fiz um blog (quem não tem cão caça com gato... ah, gato....)
Mas o livro acabou, eu tentei extender, mas não dá. Principalmente agora. Por quê? Tchanans..... porque eu e marido estamos abrindo uma loja. Nossas famílias não têm tradição com comércio, menos ainda com empreendedorismo, por isso estamos empreendendo dupla, triplamente!
Acho que esse é o último capítulo do livro.
Estamos trabalhando muito para fazer acontecer e, no próximo sábado, será a inauguração, então vcs podem imaginar o trabalho que tenho pela frente esta semana né?
Eu queria vender algo que eu tivesse um certo carinho, algo que ainda não exista aqui na cidade. Escolhemos roupas de malha, conjuntos de moletom, camisetas, legging.......... para crianças e adultos. Aquelas roupas gostosas de usar, com cores alegres (eu nunca venderia algo monocromático, não seria eu...). Ainda não dá para vender as Coisas de Livs, rsrs... acho que a cidade não está pronta para este produto... mas nada impede de colocar uma peça aqui, outra ali.
A loja vai se chamar Allegro e eu estou curtindo muito criar o espaço, brincar de arquiteta, rsrs....
Eu e marido vamos revezar, vou continuar no meu trabalho antigo, então acho que não vou ter muito tempo de voltar aqui. Agradeço muito a todo mundo que me fez companhia neste começo de nova vida, todo mundo que passa por aqui mora no meu coração. Mesmo que nunca comentou, eu sei que algumas pessoas existem, rsrs....
Se der tempo, posto uma foto quando ela ficar pronta, mas não vou prometer nada...
E se eu viver alguma outra experiência que eu achar que dá um livro, eu faço outro blog e convido todas vcs a lerem!!!
Brigaduuuuuu!

domingo, 9 de maio de 2010

Mais uma do Diego

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Quem está sempre por aqui já conhece o Diego. Veja como ele já está enorme desde que mostrei a chegada dele aqui em casa!

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Ele adora ficar em cima da mesa quando estou trabalhando, isso quando não se senta delicadamente em frente ao monitor.

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Não se importa nem um pouco em dormir sobre o projeto que eu gostaria de estar consultando e ainda acorda de mau humor quando preciso olhar uma cota que está bem embaixo de onde ele deitou.

Mas, vamos à história. O tempo passou, ele cresceu…. chegou a hora de castrar.

Data marcada, marido em casa, sobrou para ele. Diego se comportou direitinho, foi no colo da mocinha sem reclamar. Marido assinou um termo que estava consciente que a castração é uma cirurgia com anestesia geral, portanto com todos os riscos que estas cirurgias tem. Voltou para casa e a mocinha ligaria após o almoço assim que o gato acordasse.

Três da tarde e nada da mulher ligar. Quatro horas o marido liga: “ah, já acordou, pode vir buscar”. Chegando lá, o médico veterinário vem atendê-lo pessoalmente e o conduz a uma salinha. Ferrou. O gato morreu! E agora?

Não, nada disso, o gato estava bem. Ainda doidão por causa da anestesia. Então foi assim: tomou a anestesia, teve as partes baixas depiladas e, na hora de cortar, cadê as bolinhas?

Gente, meu gato veio castrado de fábrica! Nunca vi isso! O próprio veterinário não entendeu nada! Será que ele foi castrado antes de ser abandonado? (quem se daria a esse trabalho?) Mas ele não tinha cicatriz….. Enfim, chegam em casa o marido e o gato, acabado, gelado, imóvel, com uma tatuagem verde na orelha. Parecia morto…. quando levantávamos a cabeça dele, olhava para o além….. Lá pelas 10 da noite levantou para comer. Para tentar comer porque não conseguiu. Andava trançando as perninhas pela casa…. No dia seguinte coloquei um molho de carne na mesma ração de ontem e ele devorou. Aí voltou ao normal.

Quer dizer, exceto quando ele vira de costas, o traseiro depilado está um charme! hahahaha! Coitado….

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Se escondendo das câmeras após esta difamação….

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Sol em conjunção com sol natal

Traduzindo: aniversário. Hoje mais um ciclo se inicia. E acordei toda entupida: garganta, ouvido, nariz.... Nada demais, só o resultado do cansaço dos últimos dias por conta do projetão. Não vejo a hora de mostrar aqui, estou muito empolgada!!! Mas ainda não chegou a hora, logo logo eu mostro.
Por enquanto, além da energia de aceleração para montar o projeto, uma outra tem que frear, frear a ansiedade e manter as obrigações do dia a dia.... nada fácil se concentrar no trabalho, afazeres domésticos... aos poucos vai saindo...
Esse novo ciclo promete ser cheio de novidades... mudei minha vida há pouco mais de 1 ano e já vou eu inventando de novo... talvez ainda faça parte da primeira mudança, que ainda não se completou.
E eu não podia deixar de passar por aqui hoje, dia de aniversário tem sempre pequenas surpresas especiais...
Marido colou um cartaz na geladeira, mas eu vi ontem, ai que chata.... mas adorei mesmo assim. Também me deu uma caixa de costura nova, a minha não cabia mais tudo que eu tinha para colocar dentro dela. Mas a caixa nova está na madeira, falta dar uma forrada ou pintada nela, diversão à parte, mas fica para um dia desses... por enquanto está tudo parado....
Sem falar na ligação da avó e da amiga que eu estou com saudades e prometeu almoçar comigo hoje sem falta.
Feliz ano novo pessoal para mim!

sábado, 17 de abril de 2010

Que mané Amélia!

 

Resolvi me juntar ao coro da Helena. Esses dias alguém me perguntou: profissão? Acho que respondi arquiteta, mas fiquei em crise de identidade.

Quando eu disse arquiteta, a pessoa levantou os olhos e me olhou com cara de “Noooooossa! Que chique!” E deve pensar que sou master descolada e ganho milhões (porque aqui na nova cidade dizem que arquiteto ganha bem, até porque ninguém quer ser arquiteto porque é um meio incerto, mas para mim tudo bem porque eu tenho marido…. ?!?!). Não gosto desse título e isso não define a minha pessoa.

Ai eu pensei: o que eu devo responder? Se eu disser “dona de casa” ou se eu disser que trabalho em casa, injustamente e absurdamente, vai parecer que eu não faço nada e só assisto vale a pena ver de novo. Embora eu trabalhe em mais alguma coisa que não seja cuidar da minha casa e da minha filha e fazer comida para a família, eu sei o quanto esse trabalho é pesado e o quanto eu faço ele meia boca já que somos eu e marido e ninguém mais para ajudar (porque, mesmo sendo arquiteta, eu não ganho milhões e, no momento, não estou podendo contratar ninguém). Eu dou um tapa na casa, compro comida pronta e a filha passa o dia inteiro na escola. Se eu tivesse que ficar por conta disso, não ia sobrar Livia para contar história. Por isso acho absurdo dizer que dona de casa não faz nada e só assiste vale a pena ver de novo, mas confesso que não escolheria esta resposta para a pergunda da mocinha.

E se eu dissesse artesã? Ah, aí ia complicar. Será que eu seria hippie? Ou uma coitadinha lá do sertão que sabe usar recursos naturais transformar em arte, vamos comprar para ajudar…. Ou será que eu faço pano de pratos (nada contra pano de prato, mas parece que artesanato virou sinônimo de pano de prato). Claro que se eu falasse sobre craft aí que ninguém ia entender nada mesmo. E vem a amiga da Helena, a Helena dos quilts lindos e eternos!!!!, falando sobre o lado “Amélia” dela. Socorro!

É engraçado como aquilo que fazemos em horário comercial tende a nos definir como pessoa, às vezes parece que somos nosso trabalho e se esquecem do ser humano por trás dele. Às vezes nós mesmos esquecemos…..

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Existe negócio entre humanos?

Ontem fui vender o carro. Sabe, o projetão? Então, fui vender o carro, comprar um mais velhinho para investir no projetão. Não tenho problemas com isso, não me importo de me desfazer de um bem (principalmente porque o projetão é a realização de um sonho), não me apego a carros, alguns eu gosto mais, outros menos (esse eu gostava menos) e, quando compramos este carro, foi mesmo um jeito de guardar o dinheiro para usá-lo numa hora oportuna.
Mas eu ODEIO trocar carro. Odeio chegar na loja, aí vem aquele velhinho e fala: aqui foi retocado. Tá bom, retocado ou não, quanto você dá nele? Então ele responde: quanto você está pedindo? Porque, não sei se você percebeu, mas está retocado. E fica horas pondo defeito num carro que eu nem me importo, fala logo quanto você quer dar e pronto. Isso me dá uma baita gastura.
Depois do negócio feito, o velhinho vira gente. Conversamos, ele fala da família, conta histórias.... tem um ser humano por trás do chato. E porque as pessoas precisam se transformar em monstros para fazer negócio? Porque não precisamos fazer negócio com seres humanos?
Eu tinha ido em outra agência que, infelizmente não tinha nada que nos interessava, mas foi tão fácil. Ele logo disse: na troca te dou X, só para comprar te dou Y. E não ficou chorando por mixaria por causa de retoque ou não retoque. Eu já comprei com retoque e nem sei o que aconteceu e pra mim não faz diferença.
O fulano da 1ª agência olhou o carro e o modelo interessou, é daqueles que vende rapidinho. Não precisou ficar fuçando defeito. No fim, acabamos vendendo quase pelo mesmo valor só que eu fiquei com uma baita dor de estômago de raiva do velhinho.
Isso me lembrou dos tempos de mundo corporativo, reuniões inúteis e hipocrisia para todo lado. Argh!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Coisas de Livs na Prateleira do Bicha Fêmea

Não tinha como não aparecer por aqui depois de uma dessas! A Lidi me deixou de queixo caído!
Lá estava eu passeando pelo Reader e, de repente, gente, sou eu!!!!
Bom, quem está chegando agora, essa sou eu :)
Neste blog contei a história de uma grande mudança na minha vida e essa história acabou, porque já não me sinto num lugar novo, mas me sinto em casa.
Acontece que aqui na blogosfera todo mundo é muito bacana e carinhoso, não te deixa ir embora.... e é um prazer não ir embora, hehehe
E agora que nos sentimos em casa aqui na nova cidade, estamos com um projetão que está tomando muito tempo. Claro que as Coisas de Livs tem seu tempinho reservado senão o que seria de mim longe desses tecidos coloridos fofos e lindos?
Entrem e fiquem a vontade na minha casa. A loja continua ativa e eu também. Num ritmo um pouco mais lentos, mas com mil ideias novas, aos poucos elas aparecem por aqui, prometo.
E quando o projetão estiver rolando, eu conto por aqui. Me desejem boa sorte!

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