Quem está sempre por aqui já conhece o Diego. Veja como ele já está enorme desde que mostrei a chegada dele aqui em casa!
Ele adora ficar em cima da mesa quando estou trabalhando, isso quando não se senta delicadamente em frente ao monitor.
Não se importa nem um pouco em dormir sobre o projeto que eu gostaria de estar consultando e ainda acorda de mau humor quando preciso olhar uma cota que está bem embaixo de onde ele deitou.
Mas, vamos à história. O tempo passou, ele cresceu…. chegou a hora de castrar.
Data marcada, marido em casa, sobrou para ele. Diego se comportou direitinho, foi no colo da mocinha sem reclamar. Marido assinou um termo que estava consciente que a castração é uma cirurgia com anestesia geral, portanto com todos os riscos que estas cirurgias tem. Voltou para casa e a mocinha ligaria após o almoço assim que o gato acordasse.
Três da tarde e nada da mulher ligar. Quatro horas o marido liga: “ah, já acordou, pode vir buscar”. Chegando lá, o médico veterinário vem atendê-lo pessoalmente e o conduz a uma salinha. Ferrou. O gato morreu! E agora?
Não, nada disso, o gato estava bem. Ainda doidão por causa da anestesia. Então foi assim: tomou a anestesia, teve as partes baixas depiladas e, na hora de cortar, cadê as bolinhas?
Gente, meu gato veio castrado de fábrica! Nunca vi isso! O próprio veterinário não entendeu nada! Será que ele foi castrado antes de ser abandonado? (quem se daria a esse trabalho?) Mas ele não tinha cicatriz….. Enfim, chegam em casa o marido e o gato, acabado, gelado, imóvel, com uma tatuagem verde na orelha. Parecia morto…. quando levantávamos a cabeça dele, olhava para o além….. Lá pelas 10 da noite levantou para comer. Para tentar comer porque não conseguiu. Andava trançando as perninhas pela casa…. No dia seguinte coloquei um molho de carne na mesma ração de ontem e ele devorou. Aí voltou ao normal.
Quer dizer, exceto quando ele vira de costas, o traseiro depilado está um charme! hahahaha! Coitado….
Se escondendo das câmeras após esta difamação….